Jose de Lourdes Rodrigues Lana, Bacharel em Direito
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Jose de Lourdes Rodrigues Lana

Itabirito (MG)

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Não estou na terra a paseio. Estou cumprindo missão! Desde 1914 !

Comentários

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Jose de Lourdes Rodrigues Lana, Bacharel em Direito
Jose de Lourdes Rodrigues Lana
Comentário · há 4 anos
As vírgulas e se maiúsculas e ou minúsculas são importantes, muito mais importantes são as locuções em elipses e zeugmas, quem não sabe entender redações assim sintetizadas, nada conhece de nossa língua oficial, segundo determinado no Art. 13º da CF/88.
As bocas que falam pelos quatro Poderes Públicos são de pessoas físicas; Poder Executivo, Poder Judiciário e Poder Judiciário, independentes entre eles, caso o quarto Poder Disciplinador o MP, esquecido como tal, se não assume suas funções, não existe Estado Democrático de Direito.
Estamos em uma ditadura quadripartite, em que cada dos Poderes faz o que quiser, desde que não interfira nos interesses dos outros Poderes. A ignorância da falta do conhecimento da Língua Pátria facilita isso de desmandos que estamos observando acontecer.
Nas grades curriculares dos cursos de direitos constam estudo do pior direito que já existiu, o Direito Romano, pior pelos claros fatos, de sob tal direito, as autoridades romanas permitiram a execução do inocente Jesus, permitiram-se acontecer o Martirológico Romano e permitiram-se acontecer a também hedionda inquisição; pergunto: porque não trocar tal estudo pelo maior conhecimento para a atual geração em atividade que foi privada dos saberes de nossa “Língua de integração nacional”. Eliminem-se a cadeira do Direto Romano substituindo-a pelo conhecimento rudimentar do estudo das locuções de nossa magnifica língua oficial que é de obrigação Constitucional de saber, segundo o já citado do Art. 13º das CF/88.
Desculpem-me, não sou douto, só sei mal soletrar, mas imagino que meu recado foi entendido.
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Jose de Lourdes Rodrigues Lana, Bacharel em Direito
Jose de Lourdes Rodrigues Lana
Comentário · há 5 anos
Parece que seria como programa de auditório, jogando dinheiro público para pegar o mais espertalhão. Pega que é seu e ninguém tem nada com isso. Não se pode confundir brincadeiras de salão com coisa séria de uma Nação, se tal acontecer aumentam-se a "danação da coisa pública". Falam-se em Comissões de Constituição e Justiça, olvidando o censor das Leis, o Ministério Público, deveria participar de tais comissões, posto que a ele compete impor respeito às Leis e à Constituição. Sem Ministério Público Douto e forte, as coisas se anarquizam e a democracia parece que seria um sonho. Caput do Art. 127º da CF/88 e inciso I do Art. 23º e inciso II do Art. 129 também da CF/88.
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Leo Rodrigues, Advogado
Leo Rodrigues
Comentário · há 7 anos
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